Nadador afirma que o esporte paralímpico está evoluindo a passos largos e espera que maior competição de natação do país abra espaço para todos
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Na última segunda-feira, o nadador brasileiro Daniel Dias conquistou o troféu de Melhor Atleta com Deficiência pela segunda vez no prêmio Laureus, considerado o “Oscar do Esporte”. Ele levou o troféu para casa pela segunda vez. Com 15 medalhas paraolímpicas, Daniel agora sonha repetir o feito das duas últimas Paralimpíadas no Rio de Janeiro, em 2016. Mas ele julga que será cada vez mais difícil.
- Já estou me preparando para o Rio. Quem sabe repetir o desempenho e ganhar o Laureus em 2017. Mas a competitividade na Paralimpíada cresceu muito. A gente fica feliz com esse momento que o esporte paralímpico passa. Londres foi o pontapé para isso. É muito positivo essa briga bacana para o esporte. (Essa competitividade) já rolou muito mais na natação. Países entram com protesto, isso mostra a competitividade, vontade de vencer. O esporte paralímpico está evoluindo devido ao crescimento que houve mundialmente – afirmou.
- Já estou me preparando para o Rio. Quem sabe repetir o desempenho e ganhar o Laureus em 2017. Mas a competitividade na Paralimpíada cresceu muito. A gente fica feliz com esse momento que o esporte paralímpico passa. Londres foi o pontapé para isso. É muito positivo essa briga bacana para o esporte. (Essa competitividade) já rolou muito mais na natação. Países entram com protesto, isso mostra a competitividade, vontade de vencer. O esporte paralímpico está evoluindo devido ao crescimento que houve mundialmente – afirmou.
Para que essa evolução não seja cortada, Daniel pede que haja mais competições paralímpicas. Inclusive ele acredita que o Troféu Maria Lenk deveria ter competições paralímpicas.
- A gente torce para que isso aconteça, não existem ainda conversas. Mas seria incrível. É grandioso para qualquer nadador disputar o Maria Lenk – pediu Daniel Dias.
Sobre a festa, Daniel destacou a diferença nos trajes e na maneira de comportamento com que os atletas são tratados.
- É uma emoção muito diferente. Você se sente no Oscar. Tem até um tapete vermelho. É bem bacana desfrutar isso.
- A gente torce para que isso aconteça, não existem ainda conversas. Mas seria incrível. É grandioso para qualquer nadador disputar o Maria Lenk – pediu Daniel Dias.
Sobre a festa, Daniel destacou a diferença nos trajes e na maneira de comportamento com que os atletas são tratados.
- É uma emoção muito diferente. Você se sente no Oscar. Tem até um tapete vermelho. É bem bacana desfrutar isso.
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